30 dez 2009 @ 10:59 
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O 3º Seminário Brasileiro de Teste de Software será um dos muitos eventos programados para 2010 e o principal evento da ALATS (Associação Latino-Americana de Teste de Software).

imagemALATS

O evento deve contar com vários autores e profissionais de destaque do nosso mercado como Emerson Rios, Ricardo Cristalli e Elias Nogueira, além de duas presenças internacionais, Ruud Teunissen e Martin Pol.

Martin Pol é coautor do livro Software Testing : A Guide to the Tmap Approach, um dos clássicos da literatura especializada de teste de software e do livro Test Process Improvement : A Practical Step-by-Step Guide to Structured Testing. Consultor com mais de 27 anos de experiência com teste de software, CEO da Polteq International Testing Services B.V, um dos desenvolvedores do método TMap, o primeiro a receber o premio “European Testing Excellence Award“ e palestrante renomado nas Américas e em vários países da Europa e Ásia e na Austrália. Esteve no Brasil pela ALATS ministrando as palestras The evolution of Testing e Test Outsourcing nesse ano pelo BRATESTE 2009

Ruud Teunissen Consultor Internacional da Polteq International Testing Services B.V com mais de 20 anos de experiência em teste de software, coautor do livro Software Testing : A Guide to the Tmap Approach, palestrante e entusiasta de teste de software e um dos desenvolvedores do método TMap.

A ALATS abre mais um BRATESTE que promete a mesma qualidade e variedade que tivemos nas duas primeiras edições, com participações de peso e tema central em Processos de Teste.

Informações sobre o evento, valores e grade podem ser encontradas no portal da ALATS.

Bons testes :)

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Posted By: Camilo Ribeiro
Last Edit: 01 fev 2010 @ 14:27

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Categories: ALATS, Eventos, Processos
 29 dez 2009 @ 13:52 
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A Universidade Federal de Minas Gerais, melhor universidade de Minas Gerais e melhor ciência da computação do país, abre nessa semana o edital oficial para o Curso de Pós-Graduação em Ciência da computação (Lato Sensu) com ênfase em Engenharia de Software, que “tem por objetivo o aprimoramento da qualificação profissional de pessoal de nível superior que atua na área de desenvolvimento e gestão de projetos de software.”

Estou na metade do curso e posso confirmar a qualidade oferecida pela UFMG.

Na turma 15 (atual) estamos trabalhando com a metodologia Praxis, na versão 3.0 , desenvolvida pelo Dr. Wilson de Pádua Filho, professor do DCC (Departamento de Ciência da Computação) e do próprio curso de engenharia de software, e a linguagem de programação Java.

O curso requer um forte trabalho em equipe, vasta pesquisa acadêmica, profundo conhecimento em Java e RUP, além de muita força de vontade, paciência e determinação, para passar noites e fins de semana estudando e preparando trabalhos práticos, onde simulamos um projeto em suas diversas fases, com prazos, custo, mudanças de requisitos, gerência de configuração e etc., tudo seguindo o processo Praxis 3.0 apresentado no livro Engenharia de Software – Fundamentos, Métodos e Padrões do Wilson de Pádua Filho, ferramentas da IBM e da Eclipse Foundation e conhecimentos adquiridos no próprio curso.

folder_divulgacao

O curso tem duração de aproximadamente um ano e dois meses (incluindo a monografia), contemplando a seguinte grade:
Ambientes de Programação – Uma visão geral sobre linguagens de programação e compiladores.
Programação Modular – Apresentação dos princípios de programação, padrões de projetos e programação.
Estruturas de Dados Fundamentais – Análise de algoritmos e estudo das estruturas de dados e suas aplicações.
Sistemas de Banco de Dados – Modelagem e análise, álgebra relacional, SQL, SGBD.
Engenharia de Produtos de Software I – Estudo de Engenharia de Software e Aplicação do processo Praxis.
Engenharia de Produtos de Software II - Estudo de Engenharia de Software e Aplicação do processo Praxis.
Engenharia de Usabilidade: Produtos -
Gestão de Projetos de Software I - Gestão de Projetos e Aplicação do processo Praxis.
Gestão de Projetos de Software II – Gestão de Projetos e Aplicação do processo Praxis.
Engenharia de Usabilidade: Processo -
Desenvolvimento de Pesquisa e Projetos de Informática I – Desenvolvimento da monografia.
Desenvolvimento de Pesquisa e Projetos de Informática II – Desenvolvimento da monografia.
Tópicos em Engenharia de Software I – Estudo de engenharia de software, ferramentas e técnicas.
Tópicos em Engenharia de Software II – Estudo de engenharia de software, ferramentas e técnicas.

Todos os professores são doutores, com vasta experiência e muita didática. Os laboratórios e bibliotecas são as do Departamento de Ciência da Computação da UFMG.

É importante ressaltar que o curso oferece uma grade (apresentada acima) para profissionais que trabalhem em todas as disciplinas da engenharia de software e não somente com programação. Na verdade, acredito que profissionais desenvolvedores/programadores devem procurar outros cursos, como o Análise de Sistemas da UFMG ou Arquitetura de Software do IGTI. O curso, apesar de cobrar muito, oferece pouco aprendizado em programação, focando em processos.

Para engenheiros de processos, analistas de requisitos, analistas de teste, analistas de sistemas entre outros, o curso é muito interessante.

Para mais informações: http://dcc.ufmg.br/especializacao/cei/EngSoft/engSoft_apresentacao.html

Uma ótima opção :)

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Posted By: Camilo Ribeiro
Last Edit: 18 jan 2010 @ 08:22

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 05 dez 2009 @ 12:32 
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Uma tarefa que parece fácil (e efetivamente é) pode se tornar um problema que dura quase um mês. Foi exatamente isso que aconteceu quando eu comecei a pesquisar sobre como integrar o TestLink, ferramenta Open Source de gerencia de testes ao Active Directory.

Alguns motivos que dificultaram a configuração:
-Falta de conhecimento técnico do LDAP (Lightweight Directory Access Protocol) e sua estrutura;
-Má documentação do TestLink com relação a integração;
-Pouco tratamento de falhas desta configuração no TestLink;
-Pouco suporte a esta integração;

Gostaria de pedir para desconsiderarem se algum termo referente as tecnologias abaixo relacionadas estiver confuso ou até mesmo errado. Essa não é minha área de especialização, e como já foi citado anteriormente, precisei de algum tempo para compreender os problemas envolvidos e as soluções que deveriam ser adotadas, que, possivelmente para um profissional desse setor, seriam facilmente identificadas.

Os motivos acima me motivaram a ajudar as pessoas que pesquisarem no Google sobre esse problema, que na verdade é simples, mas pelos fatores apresentados acima, tornaram-se um problema de um mês, muitas horas de configuração, várias tentativas e inúmeras descobertas.

Abaixo um “tutorial” de como integrar o LDAP passo a passo, e todas as configurações que são necessárias e as que não são necessárias:

Requisitos:
-TestLink instalado;
-Um servidor com Windows com Active Directory;
-Usuário ativo do Active Directory (preferencialmente desvinculado de qualquer colaborador, ex: tl@empresa.com);
-Uma classe de acesso ao LDAP (por exemplo php_ldap);
-Uma tabela com a estrutura do LDAP da organização;

1º Passo:
No arquivo do php.ini, descomentar (habilitar) a extensão “extension=php_ldap.dll”

phpiniO procedimento acima garante que o servidor PHP possa usar o protocolo LDAP. Sem essa configuração, o sistema não vai funcionar corretamente.
No exemplo acima, estou usando o WAMP em minha estação local.

2º Passo:
No arquivo config.inc.php, informar as seguintes configurações:
*['method'] = ‘LDAP’;
-O método deve ser informado como LDAP para que ele use a rotina de autenticação do Active Directory
*['ldap_server'] = ‘192.168.0.xxx’;
-O servidor de LDAP da organização. Pode ser o IP ou o DNS (nome) como ldap.empresa.com
*['ldap_port'] = ‘389′;
-Para Windows utilizar a porta 389
*['ldap_version'] = ‘0′;
-a versão deve ser informada como zero, caso seja diferente pode ter incompatibilidade
*['ldap_root_dn'] = ‘OU=Empresa LTDA,DC=empresa,DC=com’;
-Informar OU para os diretórios da empresa e DC para os identificadores
*['ldap_organization'] = ”;
-Deixar o organization em branco
*['ldap_uid_field'] = ’sAMAccountName’;
-Para Windows usar sAMAccountName
*['ldap_bind_dn'] = ‘CN=usuario,OU=*Usuarios,OU=Organização Empresa,DC=empresa,DC=com’;
-Informar o usuário ativo do Active Directory
*['ldap_bind_passwd'] = ’senha’;
-Informar a senha do usuário selecionado
*Para facilitar a leitura estou ocultando o array ($tlCfg->authentication)

Recomendo que essas informações sejam requeridas e alinhadas com departamento de administração de rede e infraestrutura.

Salvar as modificações.

3º Passo:
Para quem já usa o TestLink com controle interno de senha (MD5), é necessário atualizar os usuários já existentes para os nomes do LDAP, por exemplo, se o e-mail é “nome@empresa.com” o usuário do TestLink deve ser “nome”, caso seja nome.sobrenome@empresa o usuário do TestLink deve ser “nome.sobrenome”.

Isso causa um problema também, pois o TestLink tem uma regra que permite somente o cadastro de um nome sem caracteres especiais exceto pelo sublinhado “_”, mas para que ele passe a aceitar pontos basta mudar a expressão regular presente no arquivo de configuração (config.inc.php).
A expressão padrão é:  /^[\w \-]+$/
Para aceitar um ponto entre dois nomes*: /^[\w \-]+\.+[\w \-]+$/
* Minha sugestão, pode ser modificada de acordo com o padrão de cada empresa.

4º Passo:
Reiniciar o servidor do PHP para aceitar as novas modificações
Não é necessário excluir as senhas já cadastradas. Recomendo na verdade deixar as senhas para uma situação emergencial, já que agora, se o servidor de Active Directory da empresa cair, a utilização do TestLink será comprometida.

Uma outra sugestão off topic para esse post é desativar a “auto criação” de usuários, para evitar “penetras” e spammers no TestLink. Para isso basta mudar a opção de user_self_signup para FALSE

Espero que esse post possa ajudar as pessoas que como eu estiveram procurando por algum tutorial que não fale a velha “língua técnica” dos administradores de redes e infraestrutura.

PS: As informações acima são baseadas em um case de implantação da funcionalidade em uma empresa privada a qual eu presto consultoria. Não representa que funcione em qualquer outra empresa, que sejam as únicas ou melhores configurações possíveis para essa funcionalidade.

Outras referencias que podem te ajudar:
-Conhecer um pouco mais sobre LDAP http://en.wikipedia.org/wiki/LDAP
-Fórum do TestLink http://www.teamst.org/phpBB2/
-Outro tutorial sobre esse mesmo assunto http://blog.loftninjas.org/2008/02/07/using-active-directory-ldap-authentication-with-testlink/

Bons testes :)

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Posted By: Camilo Ribeiro
Last Edit: 21 dez 2009 @ 13:36

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 01 dez 2009 @ 12:14 
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O Simpósio Brasileiro de Qualidade de Software (SBQS)  é um evento anual da Comissão Especial de Engenharia de Software da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e do Comitê do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade em Software (PBQP-SW) . O evento tem como objetivo reunir pesquisadores, profissionais, empresários, professores e estudantes de diversas áreas, interessados em questões relativas à qualidade de software. O Simpósio também favorece o intercâmbio de informações entre pesquisadores nacionais e estrangeiros de renome, e entre indústria e usuários, sobre o estado atual e tendências, em termos de métodos, técnicas, ferramentas de software e experiências práticas da área de Qualidade de Software.

2010

Em 2010, o IX SBQS será realizado pela primeira vez na Região Norte, coordenado pela UFPA – Universidade Federal do Pará e pela UFAM – Universidade Federal do Amazonas. O evento ocorrerá em Belém, Estado do Pará, no Centro de Convenções da Amazônia – HANGAR. Com uma área total de 63.000 metros quadrados e 24.000 de área construída totalmente integrada ao ambiente amazônico, o Hangar é equipado com recursos de alta tecnologia e preparado para receber grandes eventos, como feiras, congressos, convenções, encontros, seminários, simpósios e exposições. A programação do SBQS’2010 conta com:

  • Apresentação de palestrantes convidados
  • Apresentação dos trabalhos selecionados – artigos técnicos e relatos de experiência e Concurso de Teses e Dissertações em Qualidade de Software (CTDQS)
  • Um painel sobre Qualidade de Software na Indústria
  • Encontro da Qualidade e Produtividade em Software (EQPS)
  • Cinco workshops satélites: VII Workshop de Teses e Dissertações em Qualidade de Software (WTDQS), V Workshop Olhar Sociotécnico sobre a Engenharia de Software (WOSES), VI Workshop de Manutenção de Software Moderna (WMSWM), III Workshop de Desenvolvimento Rápido de Aplicações (WDRA) e o II Workshop de Gerenciamento de Projetos de Software (WGPS).
  • Sete mini-cursos.

Mais informações: http://www.ufpa.br/sbqs2010/

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Posted By: Camilo Ribeiro
Last Edit: 01 dez 2009 @ 12:14

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